Novo grid, nova lógica: Fórmula 1 estreia formato de classificação com 11 equipes em 2026
A temporada 2026 da Fórmula 1 não marca apenas a chegada de um novo regulamento técnico e de unidades de potência revolucionárias. Com 11 equipes no grid, a categoria também promove uma mudança importante no formato da classificação, adaptando o sistema de definição do grid de largada a uma realidade inédita na era moderna da F1.
Com mais carros na pista e maior competitividade esperada, a FIA e a Fórmula 1 optaram por ajustes que buscam manter o equilíbrio esportivo, preservar a dinâmica do fim de semana e garantir sessões classificatórias mais justas e emocionantes.
Por que a classificação precisou mudar?
Até 2025, a Fórmula 1 operava com 10 equipes e 20 carros, o que tornava o tradicional formato Q1, Q2 e Q3 perfeitamente funcional. Com a entrada da 11ª equipe, o grid passa a contar com 22 pilotos, aumentando o tráfego em pista, o risco de incidentes e a complexidade estratégica — especialmente em circuitos mais curtos.
A mudança no formato surge para:
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Evitar excesso de carros em pista
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Manter o nível de competitividade nas sessões decisivas
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Preservar a meritocracia esportiva
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Garantir fluidez e segurança durante a classificação
Como funciona o novo formato de classificação em 2026
O modelo segue dividido em três sessões, mas com ajustes no número de eliminações:
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Q1: todos os 22 carros vão à pista. Ao final da sessão, os sete mais lentos são eliminados, restando 15 pilotos.
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Q2: os 15 restantes disputam vagas no top 10. Cinco pilotos são eliminados, mantendo o número tradicional de classificados.
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Q3: os 10 mais rápidos disputam a pole position, como já acontece atualmente.
O formato mantém o clímax da classificação intacto, mas torna a Q1 ainda mais crítica, especialmente para equipes do meio e do fim do grid, onde a margem de erro tende a ser mínima.
Mais pressão desde o primeiro minuto
Com mais eliminações logo na Q1, a classificação passa a exigir execução perfeita desde o início. Um erro de tráfego, uma volta abortada ou uma bandeira amarela pode custar caro.
Para as equipes menores, o desafio será ainda maior: escapar das eliminações iniciais pode significar um salto competitivo importante no fim de semana. Já para as equipes de ponta, não há espaço para estratégias conservadoras.
Impacto estratégico para equipes e pilotos
O novo formato também altera a forma como as equipes encaram:
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Uso de pneus na classificação
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Tempo de pista em cada sessão
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Escolha do momento ideal para a volta rápida
Pilotos mais experientes e com leitura refinada de tráfego ganham vantagem, enquanto os novatos precisarão se adaptar rapidamente a uma classificação mais intensa e menos tolerante a erros.
Uma F1 mais cheia, mais competitiva e mais imprevisível
A presença de 11 equipes simboliza um momento saudável da Fórmula 1, com maior interesse de fabricantes, investidores e novos projetos. O novo formato de classificação surge como resposta direta a esse crescimento, mantendo o espetáculo e a justiça esportiva como prioridades.
A partir de 2026, a luta por posições começa ainda antes da corrida — e, muitas vezes, já na primeira sessão da classificação. Para o torcedor, o resultado é simples: mais tensão, mais disputa e mais emoção desde o sábado.
Aceleraaa com a gente, Balaclava F1.




